
Nunca saberei a que vim
Se não me permitir ficar...
Jamais contemplarei a mim
Sem dar de cara com as minhas dores
Sentir? Dói!
Fugir? Ainda não fiz!
Alternam-se nesse caminhar
Sofrimento e gozo...
Conecto com o profundo de SER!
Quero a leveza de ESTAR!